AS CRIANÇAS E AS PEDRAS

AS CRIANÇAS E AS PEDRAS
 
Que se espera, ou anseia-se, de uma criança que vive em estado de miséria, abaixo da linha de pobreza na vida?  

Esta pergunta deveria ser respondida por toda sociedade, com uma simples afirmação: Nada! Sim. Isto mesmo, nada!

A questão do caos social vivido pelos menos favorecidos  é uma cruel realidade, que se vê todos os dias nas ruas dos grandes e pequenos centros urbanos, do Brasil.

A base de uma sociedade sadia, deve ser alicerçada na infância, com educação, saúde, moradia e lazer, direitos que são assegurados pela Constituição Brasileira, mas, que na pratica, não existem. Com isso, somos obrigados a enxergar, cotidianamente, a miséria, manchando e envergonhado o nosso país!

Sabemos, no entanto, que, caso os donatários do poder publico, tivessem interesses em mudar tal situação, estabeleceriam metas, com programas voltados para erradicação deste descaso, desta falta de sensibilidade dos políticos e de toda sociedade como um todo.


Na Paraíba, mais precisamente, na cidade de Junco do Seridó, no sertão do Estado, é comum se ver crianças trabalhando arduamente, nas pedreiras e em outras atividades similares, como se fossem pequenos escravos. 


Esperamos, que pelo menos se tome alguma atitude para acabarem com essa tristeza, essa exploração, em que são vitimas essas pobres crianças, lá do Junco do Seridó.

Fica aqui, portanto, o meu desprezo contra estes que usam e abusam do poder econômico, para escravizarem nossas crianças!


Patos/Pb. 10/08/12
Anchieta Guerra

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